quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

23/11/2011


23 de dezembro de 2011

Falta 5 dias para a entrega dos exames, e nesses dias parece que senti muita diferença em minha vida. Assim que saímos de Natal fomos para a fazenda de Luan gravar a suposta entrevista inventada por ele, depois ele me deixou em casa, passou o dia comigo pois tinha show no outro dia e depois partiu para sua vida maluca, me deixando novamente sozinha. 
Nesse tempo todo não tive muito tempo, o trabalho exigiu demais de mim, fiquei até com dó da Giovanna por ter deixado ela sozinha, mas ela arranjou um passa tempo trabalhando em um hospital próximo ao meu condomínio. Ontem acordei disposta a sair de casa, liguei para Luan que estava indo para a fazenda junto com sua família, depois de tanto chorar ele conseguiu me convencer de ir passar o natal com eles, mas antes ele gostaria de vim conhecer meu pai.

- Ah não amor, nós combinamos – ele dizia insistindo

- Mas a Giovanna, o Julio?

- Traz eles ué, a casa é grande você conhece

- Amor não é bem...

- É assim sim – ele continuava insistindo – olha eles vem conhecem minha família, e nós dois ficaremos juntinhos

- Vou falar com ela – falo derrotada

- Dia 23 passo ai para te pegar, mas antes de partirmos para Londrina vamos passar no Rio de Janeiro

- Algum compromisso?

- Sim conhecer o pai da minha gata – ele fala rindo

- Mas olha só – dou risada

- O pessoal ta me chamando, lá não pega celular então não poderemos nos falar

- Tudo bem, se divirta e se comporte

- Me espere, dia 23 cedinho estarei ai

- Sempre estou te esperando - desligo, escuto o barulho da porta, vejo Giovanna chegando – Onde estava?

- Fui caminhar um pouco

- Ótimo – falo pensando em sair, mas tinha medo dela negar por Julio não estar mais aqui

- Porque?

- Nada, em será que Julio é ciumento?

- Não

- Então vamos numa balada hoje? To afim de dançar, suar até o sol raiar – falo dançando

- Demorou – ela fala rindo – mas e o Luan?

- O que tem ele?

- Não vai achar ruim?

- Acho que não

- Vai ligar pra ele?

- Ele acabou de ir pro sitio, nem vai dar para mim falar com ele.

- Tudo bem

Nos arrumamos, coloquei um vestido preto, um pouco curto e com bastante brilho, um salto vermelho alto, Giovanna pôs uma saia preta de brilhos e uma blusa paete solta, arrumei seu cabelo, sempre gostava de arruma-lo, por causa de sua macies, e fiz sua maquiagem, soltei o meu e passei uma maquiagem discreta, pegamos nossas bolsas e partimos para balada.

Ao chegarmos lá não me sinto muito bem, assim que achamos um banquinho me sento e peço uma água, tentando disfarçar ao máximo coloco um comprimido na boca sem que Giovanna veja, depois que melhorei fui para a pista com ela

- Não vai beber?

- Daqui a pouco

- Nossa você não bebendo em uma balada, isso sim é novidade – ela ri, se jogando no ritmo da música, achei engraçado ver ela dançando comparando ao resto do pessoal da festa, de longe percebia que ela era uma gringa.

Deixo passar alguns minutos e peço duas bebidas, assim que dou uns gole tomo coragem e vou para a pista junto com Giovanna, quando sinto uma mão passando ao redor da minha cintura, me assusto e viro para ver quem era, mas não conhecia, ela um rapaz alto, parecia ser forte, olhos claros e cabelos escuro.

- Ta sozinha gata? – ele cochicha em meu ouvido quando Giovanna me olha assustada

- To com minha amiga – falo rindo tentando me livrar de seus braços mas ele não me deixa

- Precisa de outro companheiro?

- Não obrigada

- Que isso uma gata dessa precisa de proteção afinal... – não conseguia mais compreender o que ele falava, sua voz ia sumindo aos poucos e minhas vistas escurecendo.

- To bem assim – falo tentando me livrar de seus braços e correr dali

- Mas não parece – olho para ele que sorria, apresentava sinal de embriaguez, mas sua imagem vai sumindo, sinto meus olhos escurecem e minhas pernas ficarem bambas.

Acordo no leito de um hospital, me assusto ao abrir meus olhos e ver a forte luz sobre meus olhos, Giovanna estava ao meu lado parecia que tomava água e estava preocupada, olho para ela que vê que eu estava acordada e vem em minha direção

- Oi – falo sem graça

- Porque você não me falou que tomava esse remédio? – ela me mostra uma caixinha – Jamais iria deixar você beber, quer se matar?

- Desculpe – começo a chorar e não sei porque

- O que ta acontecendo amiga? Sabe o quanto esse remédio é forte? Quem te receitou ele?

- Foi minha médica – respondo ignorando as outras perguntas

- Mas o que você tem?

- Não quero falar disso

- Ah mas vai falar – ela diz se estressando olhando no fundo dos meus olhos

- To com medo – falo e logo após começo a chorar

- Medo de que? Ei to aqui pode falar

- Não quero falar sobre isso – viro o rosto, e assim permanecemos em um silencio constrangedor durante a maior parte do tempo – vai demorar para mim sair daqui?

- Assim que o soro acabar, falta uma meio hora.

- Vou dormir ta? To cansada

- É o efeito dos remédios – ela fala calma – durma e pensa bem no que conversamos, sou sua amiga só quero seu bem

Viro o rosto, tento dormir mas não conseguia, não sei se tirei uns cochilos, devo ter tirado, mas assim que pude me virei e chamei Giovanna que estava concentrada na Tv sentada em um pequeno banco próximo a mim.

- Promete não contar a ninguém?

- Palavra de melhor amiga

- Por favor, é serio, não quero que ninguém saiba agora, ninguém mesmo

- Pode confiar

- Sigilo total?

- Claro.

- To doente – falo olhando para baixo – muito doente

- Tipo?

- Câncer – começo a chorar novamente, olho para ela que estava com cara de assustada – não sei o tipo, dia 28 chega o resultado dos exames ai sim entrarei em mais detalhes

- E não ia contar a ninguém? E dia 28 irei contigo viu

- Não enquanto eu não soubesse de tudo, tudo bem pode vim, será bom

- Amiga isso é serio, não se deve esconder  ... – olho para ela e ela entende o recado – mas prometo não contar a ninguém, você sabe o dia certo para isso – ela fala me abraçando

- Obrigada, não conte para ninguem por favor, nem pro Luan

- Dei minha palavra não dei?

Dou novamente um forte abraço nela, e voltei a cochilar, depois voltamos para casa, peço desculpas a ela pela maneira que a nossa noite terminou mas ela não pareceu nem ligar, fez algo para a gente comer e depois assistimos um filme juntas. Bom Kitty estou aqui escrevendo e escutei a porta abrindo e junto com ela a doce e calma voz do meu menino, Luan chegou e estou com medo do que vai acontecer, qual será a reação do meu pai sendo que a ultima vez que falamos sobre isso a conversa não foi muito boa? Vou indo e em breve escrevo.

Beijão! Sara


To demorando pra postar né?
Desculpem mas sabe como é ;x
Bom e ai como será esse encontro em?
Posto depois de 6 comentários ok?

Fiquem com Deus e SUPER desculpe a demora ;* Kellyane

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

07/12/2011


07 de dezembro de 2011

Acordei primeiro que todos, Luan me abraçava mas ao tentar sair ele me solta, pergunta o que houve com os olhos ainda fechados, disse que ia buscar água, mas ao chegar na cozinha, olho para fora através da janela que tinha ao lado da porta, e sinto uma forte vontade de ir caminhar na areia do mar.

Descalça e apenas com roupa de dormir, saio com uma xícara de chocolate quente nas mãos, e caminho lentamente até o mar, que estava calmo, esperando o sol chegar para agitar suas partículas e logo começar a receber turistas, olho para o céu e vejo uma única estrela brilhando, abro um enorme sorriso ao ver, dou um gole no meu chocolate.

- Oi vovó – digo rindo olhando para a estrela – Sei que a senhora está aqui, queria tanto poder te abraçar, sinto tanto sua falta, mas sei que está aqui me ajudando – me sento na areia, enquanto vinha e voltava a água salgada do mar que molhava meus pés, continuo olhando para a pequena estrela que ficava cada vez maior com o seu brilho – a senhora sabe de tudo né? Sabe o que eu tenho, sabe o que eu penso, mas eu gostaria muito de saber o que fazer, estou desesperada vó, quero voltar no tempo, quero nunca ter essa doença – começo a chorar – vó foi essa doença que a matou? Por isso que a senhora vivia no hospital? A senhora teve medo de me contar foi? Está com o mesmo medo que eu estou agora? – conversava como se ela estivesse ao meu lado, de repente sinto um vento gelado vindo em minha direção, balançando meus cabelos e fazendo a fumaça do meu chocolate quente sumir, junto com um pouco da areia que veio junto – eu conto para ele? E se ele não quiser mais ficar comigo por causa disso? E se eu atrapalhar sua vida? Vó o que eu tenho? Irei viver mais quanto tempo? – dou o ultimo gole no chocolate, e resolvo ir mergulhar, sem tirar a roupa coloco a caneca ao lado e mergulho, vendo o nascer do sol dentro do mar, me deixo levar por suas ondas, e quando menos imagino estava de volta a praia, olho para a velha casa que estávamos e vejo Luan parado de braços cruzados, ele entra, então fico em pé esperando o que ele estava fazendo, quando ele volta com uma toalha e nossos chinelos.

- Você disse que ia tomar água, demorou demais pra voltar e vim te procurar – ele falava me enrolando na toalha, não sei o que senti na hora, mas me solto em seus braços e começo a chorar, com vontade de contar tudo a ele mas sem coragem – ei o que houve? – ele falava me abraçando mais forte ainda, nada digo apenas balanço minha cabeça com sinal de negatividade – é sobre aquilo que você queria me falar? – concordo com a cabeça, Luan pega a ponta da toalha e começa a secar meu corpo – quer falar agora? – nego mas não pronuncio nenhum som – quando se sentir preparada é só me chamar ta? – o abraço mais forte, Luan aperta a minha mão e aponta para uma pedra a uma distancia de nós – vamos nos sentar lá?

De mãos dadas começamos a caminhar pela praia, Luan me contava um pouco da sua infância, eu permanecia a maior parte em silencio. Luan sempre tentando me fazer rir, contribuía suas ações mas ele percebia que os sorrisos não eram totalmente verdadeiros.

- Ei – ele disse me abraçando mais ainda – lembra aquela vez que voltamos a nos falar e fizemos uma música? Terminei ela

- Sério?

- Uhum, quer ouvir?

- Claro

- Eu vou pedir ao sol pra iluminar... – Luan canta toda a música, praticamente sussurrando em meu ouvido – .. é incondicional, você tem a forma exata pra me prender, em você – ele fala, e ao terminar a frase da uma leve mordida na ponta da minha orelha, me arrepio toda ele percebe e ri – Tem cócegas é amor? Ei mas tenho que te pedir uma coisa

- O que amor?

- Sigilo na música, sabe como é né?

- Claro – falo rindo, olhando para ele e lhe beijando – Falando em segredo, quando sairemos do segredo para o mundo inteiro?

- Quando eu conhecer seu pai – ele fala rindo

- Verdade, tem a fera ainda – falo rindo

- É tão bom te ver sorrindo – ele olha em meus olhos – o que está te incomodando?

- Luan – falo com a voz decepcionada

- Tudo bem.

Minha mãe nos chama, fomos até a pequena e velha casa, como faltava alimentos precisávamos ir ao mercado, depois de tanto insistir consegui ir sozinha, aproveitei e passei para tirar copia da chave da antiga fazendo da minha avó, quando chegava escuto meu celular tocando.

- Sara – falo sem olhar quem era

- Onde você ta menina? – percebo a voz era Giovanna

- Em Natal

- Onde?

- Natal – falo rindo – surpresa né?

- Mas como tu foi parar ai?

- Luan

- Tinha que ser

- Vem pra cá

- Só eu?

- Não né, você e o Julio, falando nisso você deve me contar algo né?

- Como você sabe – percebo a animação em sua voz

- Tenho meus contatos – falo rindo – E ai vai vim?

- Onde vocês estão?

- Estamos na casa de praia da minha mãe – dou o endereço correto para ela

- Faremos o possível para ir

- Eu e o Luan esperamos vocês

Ao chegar, vejo Luan e minha mãe jogando baralho, dou risada ao ver minha mãe tentando ensinar ele, consigo devolver a chave ao molho sem que minha mãe perceba que eu peguei, depois fui para a cozinha, não demorou muito Luan chegou para me mimar, depois do almoço saímos juntos para andar pela praia, e ao voltarmos fomos nos deitar, fomos acordados com a voz de Giovanna me chamando, depois de apresenta-la a minha mãe, Luan acordou e saímos os 4 para a praia, fizemos uma fogueira, Luan havia levado meu violão então ele e Julio ficaram cantando algumas modas, era engraçado ouvir Julio contando com aquele sotaque americano.Luan e Julio se intimidaram no começo mas não demorou muito para se soltarem e fechamos nosso dia com música, Giovanna me contando os detalhes de como ele pediu ela em namoro, Luan me mimando e me enchendo de beijos, e com as historias de terror da minha mãe. Tudo o que eu precisava para poder esquecer um pouco do que estou vivendo.

Meninas to meio sem inspiração
acho que é por causa da mudança e ta me deixando meio desanimada
mas to me esforçando,
sei que não ta ficando bom mas to tentando ta?
Por favor comentem e desculpe-me pela demora.
Fiquem com Deus ;* Kellyane

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

06/12/2011 - Parte 2


- Luan eu ... – estava sem palavras – não acredito! – dizia surpresa ao reconhecer onde estávamos, em Natal em frente a casa que fui criada e que minha mãe mora atualmente, estava surpresa ao ver como o tempo favoreceu aquela nossa velha casa, as flores que vovó cuidava estavam ainda mais belas, e a fachada da casa parecia ter passado por uma reforma, mas mesmo assim ainda me traziam vários flash da minha infância em minha mente, Luan me abraça por trás e beija meu cabelo, enquanto eu ainda estava boquiaberta, olho para ele sem saber o que falar, dou um beijo quente e inoscente nele quando escuto o portão da casa gemendo, viro curiosa para ver quem era quando vejo minha mãe, ela arrumava a blusa, estava com o cabelo solto, aqueles cabelos pretos e longos que puxei dela, e junto com os olhos azul, sem palavras corro em sua direção e laço seus braços sem querer solta-la jamais, involuntariamente deixo algumas lagrimas escorrerem em meus olhos – que saudades – digo em braço enquanto ela me enchia de beijos, abraços fortes, apesar de várias lagrimas que escorria em seu rosto.

Luan nos observava de longe com um enorme sorriso no rosto, olho para ele agradecendo por tudo apenas com um olhar e ele sorriu agradecendo, minha mãe olha para ele e vai em sua direção passando os braços ao seu redor e lhe dando um enorme abraço.

- Obrigada – ela diz para ele

- Não tem nada que agradecer, ver a Sara feliz já me deixa muito melhor – ele fala soltando seus braços dela, minha mãe olha na minha direção e me abraça novamente

- Como você está linda filha – ela fala passando as costas da sua mão em meu rosto – esse olhar, esse sorriso ninguém pode tirar de você minha pequena – ela fala ainda me fazendo carinho – e o destino foi generoso para você

- Você também mãe, está mais bela a cada dia que passa – falo enquanto ela me admirava

- Vamos entrar? – ela olha para Luan que pega nossas malas e entra nos seguindo, ao entrar vejo que nada mudou, os moveis, os objetos e a cor da casa ainda estavam do mesmo jeito que antes da minha vó falecer, ela nos guia até meu quarto, me surpreendo ao entrar lá, sentia saudades do meu cantinho, do meu colchão e da parede pintada por mim e minha vó a anos atrás 
– Tudo bem vocês dormirem juntos? – ela fala e Luan olha para mim e sorri

- O certo seria a gente pergunta isso mãe

- Verdade, mas é que estou um pouco nervosa

- Porque?

- É estranho .. – ela fala confusa,parecia estar buscando as palavras ideais para não constranger ninguém

- É por causa do Luan? – falo rindo

- É mais ou menos isso

- Que isso senhora Lívia, sou uma pessoa como todos vocês, não precisa se incomodar não

- Não se preocupe que já me acostumo e pode só me chamar de Lívia

- Tudo bem

- Mãe – falo abraçando ela por trás – Você  vai fazer aquele purê de batata e aquela farofinha que só a senhora sabe fazer?

- Claro, já está no fogo.

Depois do almoço ajudo minha mãe a organizar a cozinha enquanto Luan falava com o seu empresário, depois ela vai se deitar e nós dois subimos.

- Que foi? – digo após perceber a mudança de Luan

- Nada demais, problema com o trabalho

- O que houve?

- Não sei muito bem, só sei que Dagmar saiu da equipe.

- Nossa! – falo surpresa

- Amor – Luan dizia acariciando meu rosto

- Oi?

- Olha pra mim – ele fala me encarando. Olho para ele e ao ver seus olhos castanhos queimando o azul do meu sinto meu coração disparando, ele me dá um selinho e brinca com os meus cabelos – eu te amo – ele cochicha em meu ouvido, nada faço apenas continuo beijando-o - Você tocava violão – ele diz enquanto observava meu quarto

- A muito tempo atrás resolvi fazer aula, mas desisti – digo rindo

- Posso pegar?

- Claro porque não?

- Porque morro de ciúmes do meu – ele ri, se levanta e pega meu violão com a capa empoeirada, ele tira da capa e vejo como meu violão estava novo, lembro do dia em que cheguei em casa e vejo meu violão sobre o sofá e minha vó rindo ao ver minha felicidades, observo Luan que começa a afinar ele, e depois a tocar alguma música, mas não reconheço qual.

- Luan, quando eu digo que te amo acho que estou mentindo – falo de cabeça baixa

- Porque?

- Porque não é exatamente isso que eu sinto, sinto algo mais, eu te amo é o que as pessoas falam mas não é essa palavra que eu quero usar, é como se eu vivesse dentro de você e você dentro de mim, é como se eu dependesse somente de você para poder sorrir, não sei explicar ... – sou interrompida por um beijo

- Shii – ele fala colocando o dedo indicador sobre meus lábios – sinto o mesmo – Luan novamente me beija.

- Preciso de contar uma coisa – digo juntando forças para contar a ele tudo o que estava acontecendo

- O que?

- Preciso te contar mas estou com medo

- É algo grave?

- É, não sei – falo confusa

- Quer falar sobre isso?

- Quero mas não, to com medo – falo tristonha

- Então quando estiver pronta é só me chamar, eu não posso estar ao seu lado mas atenderei na primeira ligação.

- Obrigada – falo indo para seus braços

Luan começa a tocar algumas modas no violão, enquanto eu estava deitada em seu colo, quando menos percebi acabei adormecendo ao som de sua voz, e despertando sozinha no quarto. Procuro por Luan mas não acho, continuando andando quando escuto risadas vindo da área de lazer, vejo minha mãe sentada e Luan tocando violão, algumas modas enquanto minha mãe tentava descobrir que música era.

- Olha quem acordou – Luan fala rindo ao me ver se aproximando – achei que ia dormir a tarde toda.

- Nem sei porque dormir – digo rindo dando um abraço em minha mãe

- Vamos a praia hoje a noite? – minha mãe sugere

- Por mim tudo bem, mas Luan sem segurança

- Você se esqueceu? – ela olha para mim

- Acho que sim – falo rindo

-Era sua praia preferida, você gostava dela porque é isolada.

- Meu Deus – falo surpresa – mas é meio longe

- Tudo bem – ela se levanta e pega as chaves – eu dirijo.

Subimos para arrumar as coisas, Luan toda hora me fazia rir e eu olhava para ele tentando descobrir uma maneira certa de contar para ele a verdade, depois minha mãe assumiu o volante, Luan foi na parte da frente, e eu me sentei atrás no meio dos dois bancos, fomos conversando até chegar a isolada casa da praia, quando minha mãe pega a chave vejo que tinha uma chave a mais, fico prestando atenção e quando ela se afasta me assusto ao reconhecer aquela chave, do sitio da minha vó.

- Mãe o que houve com o sitio da vó – falo encarando o molho de chave

- Pensei em vender, lembra que estava quase vendido quando você me ligou, mas desisti – ela fala entrando, sem que ela veja pego a chave do sitio e guardo em meu bolso.

Terminamos nossa noite a luz de uma fogueira e do luar, no meio de uma praia deserta, a voz do Luan tomava conta, seguido de risadas e gargalhada, observava aquele momento e pensava quando contar tudo a verdade, será que vai ser assim? Risadas alta, música a luz do Luan e ao som do mar irá acontecer mais vezes?

quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

06/12/2011 - Parte 1


06 de dezembro de 2011

Se eu reclamava com aquele amor mal correspondido que tive em Nova York, Deus me mandou um anjo para perto de mim. Acordar com seus beijos, seus abraços já me fez esquecer do pesadelo que tive, eu em um leito de hospital e Luan rindo de mim junto com muitas mulheres, tirando sarro do meu estado enquanto eu suplicava para ele parar.

- Bom dia amor – ele falava ainda me beijando 

– Teve pesadelos essa noite?

- Bom dia – falo rindo – Tive uns – falo sem graça

- Você gemeu um pouco, fiquei com medo de te acordar e sei lá – ele fala brincando com os cabelos

- Tudo bem, o importante é que um anjo me tirou desse pesadelo.

- Ei vamos nos levantar? Temos um longo caminho para frente.

- E onde vamos?

- Vamos para a ... – ele para olha para mim e começa a rir – Você acha que vai me enganar é? Você vai descobrir quando chegar lá.

- Uma dica só amor  - falo me ajoelhando na cama e abraçando ele por trás, pois ele estava sentado na cama.

- Você comenta bastante – ele diz olhando em meus olhos, se livrando dos meus braços e indo até o banheiro.

- Falo tanta coisa – digo me jogando na cama

- Você pediu, ai está sua dica – ele grita de dentro do banheiro

- Me dá outra vai

- Só essa só, descubra agora – ele dizia rindo saindo do banheiro – Vai se arrumar não preguicinha?

- Em com que roupa eu vou?

- Com uma que tampe tudo – ele ri

- Sem graça – digo jogando um travesseiro nele

- Vai com roupa fresca, e amor não esquece de levar roupas ta? São três dias.

- Onde vamos é quente?

- Sim

- Tem piscina, mar?

- Acha que vou falar? – ele ri – se eu falar você descobre, eu acho, mas leva aquele biquíni que comprei pra você

- Ta bom – falo bufando me levantando – E suas roupas?

- Já estão tudo nos skates.

- Skates?

- É, tudo certo – ele ri – Vai logo se arrumar muié.

- Ta bom então – entro no banheiro, e lá demoro, preparo uma maquiagem na qual realce meus olhos, amarro os cabelos em um rabo de cavalo alto, coloco uma blusa solta e um shorte jeans, saio procuro por Luan, encontro ele na sala, comendo algo enquanto via Tv

- Ta comendo o que?

- Uns pedaços de pizza que achei congelado, os seus estão sobre o balcão

- Mas olha só – falo rindo – O que ta assistindo?

- Um filme

- Qual?

- Nem sei, acabei de ligar a Tv – ele se levanta – Ta cheirosa

- E você ta um porquinho – falo rindo – olha sua blusa tudo suja de Ketshup, tenho dó da sua mãe.

- Ah eu fui abri, ai mordi e um lado e ele tava furado do outro derramou tudo em mim – ele dizia olhando a sujeira que fez.

- Me dá essa blusa – falo enquanto ele tira – vou colocar ela de molho, agora vai tomar banho – falo ele me dá um beijo, e corre para o banheiro

- Já arrumou suas coisas? – ele grita do quarto

- To indo arrumar.

- Vamos logo muié – ele ri, ao ouvir sua risada dou um leve sorriso e tento imaginar o que Luan estava aprontando. Como sei que ele é demorado, como meu pedaço de pizza, coloco sua blusa de molho e as louças dentro da pia, vou para o quarto e preparo minha mala, quando ele sai com o cabelo molhado.

Assim que sai me dá um beijo longo e demorado, depois me ajuda a pegar as malas, paro na sala e enquanto ele fechava as janelas calço minha rasteirinha, e de mãos dadas descemos até o estacionamento.

- Aonde vamos?

- Aeroporto

Fomos no meu carro mesmo, ao chegarmos lá deixo ele em um estacionamento reservado, o bicuço nos esperava e junto dele um monte de fãs, ao chegar lá me assusto, mas Luan é esperto e consegue desvia-las.

- Ei amores, fiquem ligadas em, olha quem está ao meu lado, logo terão uma matéria minha no programa tudo é possível – ele diz rindo enquanto algumas fãs gritam

- Sara – uma grita e eu olho para ela – Você e Luan estão ficando? Porque chegaram juntos no mesmo carro?

- Nossa uma repórter melhor que eu em – falo rindo – Não é que o Luan teve um problema e pediu para mim ir busca-lo

- Vocês agora são amigos? – uma grita

- Claro, agora somos bastante amigos – Luan responde

- E rola algo a mais?

- Antes de tudo vocês irão saber da verdade – Luan fala, abraça mais algumas enquanto eu vou para a pista, entro no bicuço não demorou muito ele chegou.

- Elas sabem de tudo – falo rindo

- Nem parece que te odeia tanto

- É que você nunca viu quando eu to sozinha

- Isso é meu medo

- Do que?

- Delas quererem te maltratar, não sei qual será minha reação

- Ei – falo pegando em seu queixo fazendo ele olhar para mim – elas vão fazer de tudo para te ver feliz.

- Vamos mudar de assunto – ele fala me puxando para si e me dando um beijo.

Decolamos, e durante a viagem Luan foi tocando, cantando, rindo, quando estávamos chegando Luan não deixou eu olhar pela janela, tampo meus olhos e me guiou até o carro, não permitindo ter visão nenhuma até que depois de andarmos bastante, ele destampa meus olhos e sorri.

- Chegamos – ele sussurra em meu ouvido.

Credo!
Que capitulo pobre né? KKKKKKKKK
Mas é que to cansada amores, e nem consegui escrever direito ;x
Mas prometo que o outro será um capitulo de verdade para vocês KKKK
Viram a promoção? 

Bom eu prefiro que seja as 18 horas, horario de Brasília, aqui será as 16 horas, ai irei esperar uns 30minutos todo mundo entrar e assim começar o sorteio, o que acham? Será nessa sexta agora, o unico dia que posso
E vocês podem aproveitar e tirar todas as dúvidas que tem da fanfic.
Não vou dar comentários, esse capitulo ta podre demais kkkk
Mas e ai onde Luan levou ela?
Topam esse horario da promoçao?
Me respondam aqui ok?

Fiquem com Deus ;* Kellyane

Promoção

Olá meninas!

- dificilmente faço promoções né?! Então decidi lançar uma promoção a vocês que são leitoras da minha nova, e querem conhecer a minha antiga fanfic. Os participantes irão concorrer a dois livros, um da Fanfic: Não há limites para o amor (conta a história de dois amigos de infância que se encontraram no futuro mas com bastante barreiras atrapalhando eles) e outro da Fanfic: Querido Diário, que é essa no qual estou escrevendo. OBS- serão dois sorteios, no qual cada pessoa ganha apenas um dos dois

Querem participar? Então é facil, basta assistir uma twitticam que farei sexta, horario vocês que definem (OBS- lembrem que aqui é 2 horas antes do horário de Brasília) comentem aqui, e aguardem.. logo logo tem um novo capitulo para vocês!

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

05/12/2011 - Parte 2


No caminho vejo a enfermeira de braços esticados me esperando, meu corpo ia mas minha vontade era de correr, fugir, não queria ficar ali, estava com medo muito medo, medo do que irei saber daqui alguns minutos, medo do resultado que vai dar, de perder minha vida para todo o sempre.

- Bom dia! – Vivi dizia se levantando e me estendendo a mão

- Nem tão bom – a cumprimento

- Você está viva, isso é ótimo.

- Mas não posso estar mais amanha.

- Mas amanha nem eu posso estar viva, Deus escreve as paginas da nossa vida e não podemos prever!

- Você entendeu doutora.

- Entendo sua preocupação, veio sozinha?

- Sim

- Avisou alguém?

- Não

- Mas você tem que avisar, agora mais que nada você precisa da sua família, seus amigos, e se tiver um, seu namorado.

- Mas não quero atrapalhar a vida deles com os meus problemas.

- Todo mundo fala isso, mas a companhia deles é tão boa! – ela diz se levantando – Vamos aos exames?

- Claro

- Está de jejum?

- Sim

- Ótimo, vamos começar colhendo o seu sangue, sua urina, depois você vai comer algo que iremos fazer uns exames de radioterapia, e depois uns neorológicos, como não sabemos onde se localiza seu câncer, vamos fazer umas ultrasom e tiraremos um raio-x do seu corpo todo.

- Nossa, são vários! – falo tristonha – quando chega o resultado?

- Dia 28!

- E meu natal como será?

- Normal, finja que não sabe de nada, se passar mal tome os remédios que te indiquei.

- Mas não tem como fingir, é torturante demais.

- Vou te fazer uma pergunta meio intima, tem problema?

- Não

- Você e o Luan Santana são o que? – me assusto com sua pergunta, dou uma leve risada e abaixo a cabeça – são namorados, amigos, ficantes?

- Eramos ficantes, agora estamos namorando, faz uns 4 dias!

- E ele sabe?

- Não, ninguém sabe, não tenho coragem de contar..

- Fale para ele – ela me interrompe – mas esse natal passe ao lado dele, deixa ele te fazer feliz

- Vai ser difícil

- Vamos fazer assim? Quando acabarmos seus exames você vai deixar tudo que sabe e irá viver aqui, aproveite esses dias para poder curtir seu namorado, seu trabalho, aproveite o momento.

- Ta bom

- Agora eu quero ver um sorriso nesse rosto angelical – após ela falar dou uma leve risada.

Nos levantamos e ela me seguiu até a sala de exames, não me acompanhou em todos pois precisava atender o pessoal, mas quando precisava ela estava ao meu lado me dando apoio, no fim da tarde, quando o sol já estava indo embora, termino meus exames mas antes dou uma passadinha na sala da doutora.

- Agora cumpra nossa promessa

- Posso te pedir algo?

- Claro

- Não conte a ninguém sobre eu e Luan

- Pode deixar – ela fala sincera, fazer nascer um tom de confiança entre nós.

- Te vejo dia 28?

- Claro

- Bom natal

- Igualmente

Me levanto, resolvo ir embora no mesmo dia, estava cansada e nada melhor do que minha cama para tirar meu cansaço, e não sabendo qual é a minha agenda, resolvo vim embora pois se precisasse acordar cedo já estava em casa.

No caminho não contive e acabei liberando varias lagrimas, uma misturas de sentimentos aconteciam dentro de mim, os relatos das pessoas que perderam os familiares, as crianças que ainda não conseguiram aproveitar sua infância doentes, no leito do hospital, sofrendo com inúmeros exames, quimioterapias, cirurgias, famosos que jamais imaginávamos com essa doença, pessoas que queriam seguir sua vida, assim como eu, descobriram essa miserável doença acabando com a felicidade de muitos. As lagrimas me consumiam e conforme saia de Barretos aumentavam mais ainda, um carro passou por mim no qual havia um grupo de família, todos felizes sorrindo “será que um dia terei a minha?” me questiono quando percebo que havia deixado meu celular em casa, o dia foi tão corrido que não percebi sua ausência.

Ao chegar em São Paulo, penso em comer algo mas desisto, havia uns pedaços de pizza congelado que comprei quando Giovanna estava em casa, pego rumo ao meu condomínio, esperando chegar abraçar meu travesseiro molhando sua fronha com minhas lagrimas, assim que entro parecia ser o centro das atenções, acho que porque estava com vergonha, vergonha de pensar que logo ficarei sem meus cabelos, eles irão cair quando menos imaginar, vergonha de saber que vou atrapalhar a vida de muitos por causa de uma simples doença, tento me esconder entre umas pastas que estava em minha mão e quando pego o elevador começo a me questionar na vida “será que quando Luan souber da minha doença irá ficar ao meu lado?” “irá me amar mesmo estando careca?” “irá me abraçar mesmo sabendo que estou doente?” chega no meu andar, ando rapidamente até meu apartamento, coloco as chaves, giro duas vezes para o lado direito, ao entrar em casa sinto cheiro de limpeza no ar, um cheiro gostoso de inalar, acho que porque estava muito tempo dentro de um hospital, mas ao acender a luz me surpreendo ao ver meu apartamento repleto de flores brancas, rosas e vermelhas e um pequeno bilhete sobre o balcão, que ao olhar reconheço sua letra torta, dando uma risada boba ao ver.


“Invadi seu espaço e não te encontrei, tentei te ligar mas vi uma pequena luz vindo de cima do sofá, onde você está? Deixei uns rastros espero que não se importe,  hoje tenho um show em São Paulo, queria fazer surpresa mas não achei a sua presença, posso te visitar a noite, depois do show?”


Meu coração dispara, olho ao redor vejo várias rosas, e sobre o sofá meu celular, como Luan havia descrito na carta, olho várias ligações perdida dele, várias mensagens, automaticamente deixo cair umas lagrimas e respondo com um sorriso no rosto “pode vim sim meu anjo, te espero” suas milhares de mensagens e ligações perdidas. Vou para o meu quarto analisando meu apartamento, os ‘rastros’ de Luan, entro no quarto e vejo sobre uma cama um enorme buquê acompanhado por uma caixa de chocolate em formato de um coração, junto com uma foto nossa, analiso a foto e vejo que foi uma das primeiras que tiramos juntos, na pista de patinação em Nova York, coloco a foto em um criado mudo ao lado da cama, cheiro as flores e me deito na cama, pensando com como contar a triste realidade para Luan, se teria coragem de contar a ele, me levanto e tomo um banho, coloco um pijama e vou para a cozinha preparar algo para comer, não vendo a hora passar, preparo um brigadeiro de panela, me sento no sofá vendo as ultimas noticias comendo o brigadeiro, quando escuto o interfone tocar.

- Oi?

- Senhora, posso liberar a entrada do Luan Santana? – percebia o constrangimento do guarda ao falar

- Se liberou hoje a tarde pode liberar agora né?

- É que de tarde a senhora não estava, desculpe..

- Não tudo bem, pode liberar.

Dou uma leve risada imaginando a cor que o segurança devia ter ficado, como estaria Luan lá embaixo se escondendo para não ser reconhecido, destravo a porta e volto a me deitar no sofá, a comer o meu brigadeiro, quando escuto a porta abrindo, e o vejo entrando de toca, com uma pequena mala de mão, calça e uma blusa no tom azul claro. Olho para ele todo sem jeito, dou um sorriso e me levanto, enquanto ele colocava a bolsa no chão, corro em sua direção e pulo em seu colo, o enchendo de beijos ali mesmo.

- Saudades – dizia em seus braços

- Demais – ele falava correspondendo aos meus beijos

- Acabou de sair do show?

- Sim, nem reservei hotel, tudo bem?

- A minha casa é a sua enquanto estiver aqui – falo beijando-o novamente.

Nos soltamos, e ajudo ele levar suas coisas para dentro, ele pede para tomar um banho então saio do quarto, me jogando novamente no sofá, precisava de doce e estava me acabando com o meu brigadeiro, quando me assusto com ele parado ao meu lado

- Parece estar bom isso em!

- Demais, já comeu?

- Já jantei, mas aceito um pouco – ele dizia se sentando ao meu lado enquanto eu me sentava 

– Ta vendo o que? – falou roubando a colher da minha mão e pegando brigadeiro para ele.

- Sei lá! – falo rindo – To prestando mais atenção no brigadeiro no que na Tv.

- Eita que assim vai te dar uns pneuzinhos – ele fala apertando minha barriga

- Nada o que uma boa academia não ajude.

- Uhum – ele responde rindo colocando a colher na boca – Em?

- Oi?

- O que vai fazer amanha?

- Não sei porque?

- Nada .. – Luan falavando olhando para o resto do brigadeiro que tinha

- Não vai ganhar mais enquanto não falar o que é – falo tirando a vasilha dele

- Ah é que eu queria te levar em um lugar.

- Onde?

- Ai não posso te falar né?

- Ah fala morzin?

- Ta fazendo draminha é?

- Não, mas é que.. – fico sem palavras

- Mas é que você está fazendo sim, e ai está vaga para mim durante 3 dias?

- Três dias? – falo alto demais, coloco a mão na boca com gesto de assustada e Luan percebe

- Sim.

- Vai me seqüestrar?

- Se você quiser levar a esse lado – ele falava lambendo o resto do brigadeiro que tinha na colher

- Tenho que ligar para a produção da Record e ..

- Posso te falar uma arte minha? – ele diz rindo

- Qual?

- Pedi para Dagmar ir lá e ai ela conseguiu esses seus três dias de folga – ele ri – mas na sua volta você tem que entregar uma matéria completa “um dia com Luan Santana”

- E como vou conseguir uma matéria sua em um dia corrido de trabalho?

- Não pode ser um dia de folga não?

- Tudo bem você ganhou – falo entregando o brigadeiro a ele – Mas onde vamos?

- Surpresa meu amor, surpresa – ele fala me beijando.

Tivemos uma noite maravilhosa, Luan como estava cansado por causa do show adormeceu rápido, então aproveitei para vim aqui lhe contar tudo o que passei nesse dia longo. Vamos esperar para ver o que ele está aprontando, mas agora estou indo me deitar pois amanhã acordar cedo para ir viver uma aventura com o meu menino. E assim tentar esquecer um pouco tudo o que estou passando.


Beijão Sara.

Meninas sumi né?
Mas não abandonei vocês!
Como vocês sabem estou indo embora, então mexer com mudança puxa muito nosso tempo, e quando vinha mexer no noot não conseguir ter inspiração, ver minhas coisas tudo empacotada, colocando minha roupa em malas, cara isso dói!
Bom uma vez eu falei umas coisas sobre mim, mas aqui nesse link tem minha história: 
E quem não me segue, me siga no @FcLRDSvidaminha
lá mantenho informado tudo sobre a fanfic, quando estou mal para escrever, quando não dá e quando estou escrevendo, as vezes rola até uns trechos da fanfic enquanto escrevo.
Bom posto depois de 6 comentários, e prometo nao tentar demorar ok??

Fiquem com Deus ;* Kellyane

PS. Não pensem que esqueci, mas dói comentar sobre a tragédia em Santa Maria, só peço a Deus que conforte o coração desses pais que perderam seus filhos, dos jovens que perderam seus amigos e parentes!  Peço a Deus que os ajude nesse momento de perda d dor. Irresponsabilidade? Pode ter sido de vários, mas não podemos culpar ninguém, afinal nada disso trará a vida a esses jovens universitários.